O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta terça-feira (17) em alta de 0,30%, aos 180.409,73 pontos. Foi o segundo consecutivo de recuperação, que levou o índice de volta aos 180 mil pontos.
A alta foi impulsionada pela redução da percepção de risco no cenário externo e pela expectativa em torno das decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos, que acontecerão amanhã, na “superquarta”.
No Brasil, a projeção predominante passou a ser de uma queda de 0,25 ponto percentual (p.p.), que levará a taxa Selic para 14,75% ao ano. Nos EUA, investidores apostam em uma manutenção dos juros pelo Federal Reserve (Fed) — atualmente entre 3,50% e 3,75%.
No mês, porém, ainda registra queda de 4,44%, enquanto no acumulado do ano sobe 11,97%.
As ações da Petrobras avançaram 1,22% (ON) e 1,76% (PN), acompanhando a valorização do petróleo. A Vale fechou próxima da estabilidade, com alta de 0,15%.
Já no setor bancário, o movimento foi negativo, com recuo principalmente de Itaú (PN), que recuou 0,67%, e Santander (Unit), que registrou queda de 1,18%.
Entre as maiores altas do dia ficaram Natura (+8,46%), CSN (+5,14%) e PRIO (+4,83%). Já entre as quedas, ficaram Magazine Luiza (-8,13%), Cosan (-4,22%) e Brava (-3,33%).
Acompanhe o gráfico Ibovespa (em tempo real):
Declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, indicando que a ofensiva contra o Irã pode durar apenas algumas semanas contribuíram para melhorar o sentimento dos mercados. Além disso, dados recentes mostram que navios continuam transitando pelo Estreito de Ormuz.
Apesar dessas notícias, o barril do tipo Brent avançou 3,2%, sendo negociado a US$ 103 em Londres, diante de preocupações com a oferta global.
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