O dólar fechou esta terça-feira (17) em queda de 0,57%, a R$ 5,20. Mesmo com a alta do petróleo e a ausência de sinais concretos de redução das tensões no Oriente Médio, houve melhora do apetite ao risco no exterior.
Em fala ao Broadcast, Ricardo Chiumento, head da Tesouraria do BS2, afirmou que o movimento recente não configura, por si só, uma tendência para o câmbio. No entanto, a atratividade do chamado carry trade pode ajudar a limitar perdas da moeda brasileira.
A perspectiva do mercado é de manutenção da taxa de juros nos Estados Unidos e corte de 0,25 ponto percentual da Selic no Brasil, para 14,75%, na chamada “superquarta”, quando ocorrem as decisões simultâneas.
Nos dois últimos pregões, a moeda americana acumula recuo de 2,19%. No mês de março, porém, ainda apresenta alta de 1,29%.
O real figurou entre as moedas emergentes com melhor desempenho frente ao dólar, ao lado do florim húngaro e do novo shekel israelense. Segundo operadores, houve entrada de recursos estrangeiros na Bolsa brasileira, em um dia de valorização das ações da Petrobras.
Outro fator que contribuiu para o desempenho dos ativos locais foram os leilões de recompra de títulos realizados pelo Tesouro Nacional.
O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, recuava cerca de 0,10% no fim da tarde, próximo dos 99,58 pontos. Nos últimos dois dias, a queda acumulada é de 0,90%.
Apesar disso, o indicador ainda registra alta de 1,98% em março, refletindo a busca por segurança desde o início das tensões no Oriente Médio.
Confira o gráfico DXY (em tempo real):
Os preços do petróleo voltaram a subir, impulsionados pelas incertezas sobre o tráfego no Estreito de Ormuz. O contrato do Brent para maio avançou 3,20%, a US$ 103,42 por barril. Em março, a alta supera 40%, enquanto no ano já passa de 70%.
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