A Bolsa brasileira, que vinha renovando máximas durante a sessão (subia 0,32%, beirando os 165 mil pontos), mudou de rumo e começou a despencar quase 2% na tarde desta sexta-feira (5). Às 14h, o Ibovespa caia 1,79%, aos 161.512 pontos.
O forte recuo reflete ao descontentamento do mercado com a decisão do ex-presidente Jair Bolsonaro de indicar o senador Flávio Bolsonaro (PL) — seu filho — como candidato à Presidência da República em 2026, noticiada pelo jornal Metrópoles.
Segundo Gustavo Cruz, estrategista-chefe da RB Investimentos, a escolha de Flávio Bolsonaro não é vista pelo mercado como competitiva para o pleito, ampliando a incerteza sobre o cenário eleitoral.
Em fala ao Broadcast, o economista Julio Hegedus Netto, da JHN Consulting, afirma que a movimentação pode aumentar as chances de vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026 — cenário visto como incerto para a política fiscal.
Ele também avaliou que a reação negativa do mercado ocorreu pela percepção de que a família Bolsonaro atua como um “clã interessado em manter presença no poder”.
Com a intensificação da queda da Bolsa, apenas 5 dos 82 papéis do sobem. Entre elas estão:
A Braskem avança em meio à expectativa de assinatura de acordo entre credores e a Novonor. Já Weg, Suzano e Klabin se beneficiam da alta do dólar (+1,34%, a R$ 5,38), que favoreceu empresas exportadoras, que tendem a se beneficiar da receita em moeda estrangeira.
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