O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta quinta-feira (4) em forte alta de 1,67%, aos 164.455,61 pontos, renovando seu recorde de fechamento pela segunda sessão seguida — primeira vez acima dos 164 mil pontos na história.
A alta está relacionada ao movimento de queda dos juros futuros nos Estados Unidos, influenciado pela expectativa de corte de juros pelo Federal Reserve (Fed) na reunião da próxima semana, segundo Rubens Cittadin Neto, especialista em renda variável da Manchester Investimentos, em fala ao Broadcast.
O PIB do terceiro trimestre no Brasil também trouxe uma leitura considerada favorável pelo mercado, especialmente pelo desempenho do setor agropecuário.
Para Antonio Ricciardi, economista do Daycoval, a desaceleração do consumo das famílias ajuda na condução da política monetária, em um momento em que cresce a aposta de que o Banco Central (BC) pode iniciar o ciclo de cortes da Selic já em janeiro. Pouco tempo atrás, o consenso apontava para março.
Na semana, o avanço chega a 3,38%. Em 2025, a alta é de 36,72%, aproximando-se do desempenho registrado em 2016, quando subiu 38,94%.
As ações da Vale avançaram 1,74%, contribuindo com a alta do índice. Petrobras também registrou ganhos de 0,56% (ON) e 0,65% (PN), acompanhando a alta de cerca de 1% nos preços do petróleo. No setor financeiro, Itaú subiu 2,46%, fechando na máxima do dia.
Entre as maiores altas da sessão ficaram Totvs (+7,27%), Hapvida (+6,22%) e Localiza (+5,04%). Já Direcional C&A (-9,05%), Lojas Renner (-2,72%) e Embraer (-1,93%) lideraram as quedas. Somente 9 dos 82 papéis registraram perdas.
Acompanhe o gráfico Ibovespa (em tempo real):
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