Um especialista jurídico revelou no domingo como a "mentira incontestável" da Procuradora-Geral Pam Bondi poderia ter um efeito contraproducente espetacular contra ela.
Durante uma audiência recente no Capitólio, Bondi afirmou que não há "nenhuma evidência" de que o Presidente Donald Trump cometeu um crime contido nos arquivos de Jeffrey Epstein que foram tornados públicos. Essa declaração poderá revelar-se problemática para Bondi no futuro, especialmente se os Democratas reconquistarem a Câmara dos Representantes após as eleições intercalares de novembro, segundo o antigo procurador federal Glenn Kirschner.
Kirschner discutiu como a declaração de Bondi poderia ter efeito contraproducente num novo episódio de "The Legal Breakdown" com o YouTuber progressista Brian Tyler Cohen.
Kirschner observou que é um "desafio real quando a Procuradora-Geral comete um crime — mentir ao Congresso." No entanto, disse também que existem algumas formas de "empurrar a pedra da responsabilização colina acima."
Por exemplo, Kirschner disse que os Democratas poderiam acusar Bondi de desacato por mentir ao Congresso sobre os arquivos de Epstein.
"Isso é incontestablemente uma mentira, e sabemos porque vimos os documentos com os nossos próprios olhos onde uma rapariga adolescente acusou Donald Trump de conduta criminosa," disse Kirschner. "Portanto, ela mentiu ao Congresso."
Kirschner acrescentou que a mentira de Bondi também poderia expô-la a acusações de obstrução de um processo do Congresso — a mesma acusação pela qual o aliado de Trump, Roger Stone, foi condenado por três crimes graves na sequência da insurreição de 6 de janeiro.


