A internet ficou em alvoroço na quinta-feira após um novo relatório da Reuters revelar que os EUA planearam admitir 4.500 candidaturas de sul-africanos brancos como refugiados.
A administração Trump pressionou para limitar as candidaturas de refugiados de outros países. Mas um documento não divulgado do Departamento de Estado de 27 de janeiro revelou um novo objetivo especificamente para sul-africanos brancos.
As pessoas manifestaram-se contra a decisão da administração Trump, questionando a medida.
"Arrancando latinos das suas casas enquanto importam brancos. Vamos chamar a isto o que é: etnonacionalismo", escreveu no Bluesky a utilizadora Mina, que se descreveu como "uma mulher americana com interesses variados".
"Tem de se importar novos racistas, pois os mais velhos na América têm estado a morrer", escreveu no Bluesky o utilizador S.T. Jones.
"A visão Trump/MAGA: Tornar os EUA a Hungria da América do Norte, uma nação de, para e por racistas masculinos cristãos brancos", escreveu no Bluesky o analista de sistemas Ric Steinberger.
"[vira o contador de 'dias desde que murmurei um comentário intolerante sobre sul-africanos brancos' de volta para zero]", escreveu no Bluesky Ryan Cooper, editor sénior do The American Prospect.
"Precisamos de fechar isto até que alguém descubra o que raio está a acontecer", brincou no Bluesky o artista Luke Russell.
O economista Tony Yates reagiu: "Política dos EUA = refugiados negros maus; refugiados brancos bons."
O economista laboral Aaron Sojourner escreveu no Bluesky: "O POTUS adora exatamente um tipo de importação."


