Ato é voltado a apoiadores que não participam da caminhada realizada pelo deputado e será realizada na Praça do Cruzeiro, a partir das 18h desta 5ª feiraAto é voltado a apoiadores que não participam da caminhada realizada pelo deputado e será realizada na Praça do Cruzeiro, a partir das 18h desta 5ª feira

Bia Kicis convoca vigília em Brasília em apoio à marcha de Nikolas

2026/01/22 10:36

A deputada federal Bia Kicis (PL-DF) convocou nesta 4ª feira (21.jan.2026) uma vigília em apoio à caminhada do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). O congressista está percorrendo um trecho de 240 km de Paracatu (MG) até Brasília. A deputada informou que a vigília será realizada nesta 5ª feira (22.jan), a partir das 18h, na Praça do Cruzeiro, na região do Cruzeiro Velho. 

Para divulgar a iniciativa, a deputada gravou um vídeo em frente ao Complexo Penitenciário da Papuda, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro está preso. Kicis afirmou que a mobilização será “para todos aqueles que não podem caminhar longas distâncias mas querem participar desse movimento”. Disse ainda que irá se juntar à marcha em Luziânia (GO), no domingo (25.jan). O final da caminhada será também na Praça do Cruzeiro, no domingo, a partir das 12h.

A manifestação foi convocada em protesto contra as prisões pelos atos de 8 de Janeiro, e a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado.

Assista(1min38s): 

A CAMINHADA 

Nikolas disse que a sucessão de imbróglios políticos e judiciais tem provocado um sentimento de apatia na população. “O brasileiro tem ficado numa posição de praticamente manipulação psicológica, onde nada mais abala a gente”, afirmou.

Ferreira declarou que esse sentimento não se restringe aos eleitores e alcança parte do Congresso, diante do que classifica como “prisões injustas”. Segundo ele, a caminhada é uma resposta política e simbólica a esse cenário. “Eu decidi caminhar até Brasília para um ato simbólico, para poder trazer luz a todos os fatos que estão acontecendo”.

Conforme o deputado, o objetivo do protesto é evitar o silenciamento de seus apoiadores e resgatar a mobilização popular como forma de pressão política. Disse ainda que, mesmo com limites jurídicos e institucionais, a população continua dispondo da própria voz para reagir ao que classifica como “abusos”.

Assista(3min34s): 

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